sexta-feira, 25 de outubro de 2013

“ACADEMIA DA GRAÇA”

Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus. E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros.”
(2 Timóteo 2.1-2)

Numa sociedade moderna onde o padrão de beleza física e de intelectualidade são os corpos “sarados” e as mentes “brilhantes”, parece não haver lugar para pessoas frágeis. Mas, na verdade, ninguém é forte o suficiente, física e intelectualmente, que não possa eventualmente se abater. O desânimo e a tristeza podem alcançar qualquer um, independente do seu biótipo.

Muitos poderiam ter dito para Timóteo, discípulo de Paulo: “Seja forte física e emocionalmente, faça exercícios, pare de ser fraco!” mas ele disse: “Fortifica-te na Graça!” Assim, pois, se por acaso você se sentir abatido emocionalmente, lembre-se da Graça de Deus! É nela que obtemos a cura, não pelo que façamos ou deixemos de fazer, mas simplesmente pelo que realmente somos diante do Senhor.

A Doutrina da Graça de Deus segue uma dinâmica baseada em dois tempos subsequentes: o receber e o transmitir a graça recebida. A constatação da graça é então observada de duas formas: no servo de Deus, que recebe e transmite a Mensagem, e na confirmação de suas testemunhas. Paulo e Timóteo ouviram a verdade da fé cristã, e o Evangelho que ouviram foi confirmado pelo testemunho de muitos!

Essa mesma Graça de Deus é real e acontece conosco ainda nos dias de hoje, podendo ser confirmada pelo nosso próprio testemunho de vida. Muitos certamente não têm o dom de pregar, mas todos podem ensinar através do seu exemplo. Não devemos nos limitar ao privilégio de receber a Graça de Deus, mas temos o dever de testemunhar essa graça em nosso proceder.

Todo cristão deve ser um elo de influência positiva entre a sua geração e as gerações que virão do seu testemunho. Timóteo foi preparado por Paulo para ser um elo importante entre a era dos apóstolos e a sua geração de homens fiéis e idôneos. Ele iria ser o responsável por transmitir a Mensagem recebida! Como transmissor da Verdade não precisava de novidades religiosas, mas apenas lealdade e compromisso com o Evangelho. Paulo esperava dele um envolvimento ativo na formação da futura geração de servo de Senhor.

Portanto, devemos guardar esse ensino para sempre em nossos corações e mentes: Deus elege pessoas que carecem da sua graça, e essa graça é a soma das bênçãos que alguém recebe, mesmo sem merecer. Isso está além dos nossos talentos, devoção ou piedade: é simplesmente graça! Cabe a nós tão somente receber e transmitir o Evangelho para as outras pessoas, afim de que também participem das mesmas bênçãos que desfrutamos. É assim como professores e mestres fazendo parte da abençoada “ACADEMIA DA GRAÇA”.

Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

sábado, 12 de outubro de 2013

RESULTADOS SÃO PROPORCIONAIS À DISPONIBILIDADE DE CADA UM

“E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.”
(Mateus 9.37-38)

Martinho Lutero tinha um amigo, também frade da Igreja Católica romana no início do século 16, que compartilhava com ele sobre a inadiável necessidade de reformulação na fé cristã então professada. E eles chegaram assim a um acordo: Lutero sairia para realizar a Reforma na prática, enquanto seu amigo ficaria dando cobertura em oração no mosteiro.  Assim começaram sua importante obra, que gerou o movimento cristão protestante, do qual a Igreja Presbiteriana do Brasil herdou a doutrina original.

Durante um sonho, esse frade amigo de Lutero viu um imenso campo de trigo, tão grande quanto o próprio mundo. E havia apenas um homem tentando fazer a colheita, numa tarefa claramente impossível e desencorajadora. Adiante ele viu o rosto do ceifeiro solitário, e era o seu amigo reformador. Ele entendeu então uma realidade: seu trabalho seria muito mais útil junto a Lutero, no campo, do que orando sozinho no mosteiro.

Uma das verdades mais surpreendentes da Bíblia é que Deus, na sua absoluta soberania sobre a história da humanidade, encarrega um grupo eleito de pessoas para realizar a sua obra. É um tanto paradoxal pensar como um Deus todo poderoso precise de algo. Mas é exatamente isso que encontramos nas Escrituras Sagradas. Essa verdade demonstra o princípio claro de que não se faz sozinho uma colheita. Nosso Deus soberano, movido por sua própria vontade, decidiu que seriam pessoas como eu e você que levariam a todos os rincões do mundo as Boas Novas da salvação pelo Evangelho de Cristo.

A pregação de Jesus Cristo teria ficado restrita à Palestina, não fossem os seus discípulos. A sua ordenança é que todos devem ouvir a seu Evangelho, e que isso seja feito por intermédio daqueles que já ouviram e nele crêem. Primeiramente precisamos aceitar essa diretiva, entendendo que o campo é grande, sendo necessário muitos para dar conta do imenso trabalho. Depois devemos orar para que o dono do campo envie trabalhadores, sendo nós mesmos os primeiros voluntários, assim como fez o profeta Isaias: Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim” (Isaías 6.8).

É curioso, e até irônico, ter Jesus evidenciado a falta de trabalhadores, quando havia tantos líderes religiosos nas sinagogas de Israel naquela época. E isso se reflete também na realidade dos tempos atuais, com diversas denominações ditas cristãs e tantas pessoas em igrejas, mas ainda um trabalho imenso por fazer. A grande verdade é que existe uma diferença entre ser religioso e ser um trabalhador da ceara do Senhor!

Muitos estão na Igreja sem nenhuma preocupação com a extensão do Reino de Deus. A falta de trabalhadores não é devido à falta de direcionamento de Deus para o chamado, mas a falta de vontade dos homens em ouvir e obedecer. Muitos esperam e até oram por uma Igreja grande. Mas não atentam para o fato de que os RESULTADOS SÃO PROPORCIONAIS À DISPONIBILIDADE DE CADA UM.


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

sábado, 28 de setembro de 2013

O VALOR DE UMA BOA AMIZADE

“O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão.”
(Provérbios 18.24)

Os atrativos das grandes cidades, o casamento, a faculdade, o trabalho ou até mesmo a convívio em família, com irmãos de sangue, às vezes não são suficientes para resolver o problema da solidão humana. Infelizmente muitas pessoas hoje sés sentem isoladas, ou separadas umas das outras, mesmo quando estão em grupo.

Estar em meio a outras pessoas apenas leva alguns a constatar seu profundo isolamento pessoal. Isso é o que podemos chamar de solidão acompanhada.  A solução para esse mal começa com a terapia das boas amizades.

O versículo em destaque poderia ser traduzido, de uma forma não literal, da seguinte maneira: Às vezes até mesmo certos amigos podem prejudicar uns aos outros, mas há um tipo de amigo que ama mais do que um irmão. Fica evidente que a solução não são os amigos, mas sim os bons amigos.

É melhor ter poucos amigos que sejam verdadeiros, do que ter muitos que sejam falsos. Antes de querer encontrar um amigo de verdade, porém, você mesmo precisa ser um amigo verdadeiro. Há pessoas que necessitam e esperam a sua amizade. Com a ajuda de Deus podemos ser o verdadeiro amigo que outros estão esperando.

Todos nós precisamos de amigos que estejam perto de nós. Amigos que nos ouçam, amigos que se preocupem conosco e prestem assistência quando necessário. Amigos que estejam do nosso lado não só nos bons momentos, mas principalmente nos difíceis.

Não desconsiderando a eventual necessidade de acompanhamento médico em alguns casos crônicos, a solução para o problema da solidão humana passa pelo desenvolvimento de boas amizades.

As Escrituras dizem que as boas amizades são um grande tesouro, e felizes são aqueles que descobrem O VALOR DE UMA BOA AMIZADE.


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

LUTAR COM A ARMA DA VITÓRIA

“Então, Simão Pedro puxou da espada que trazia e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita; e o nome do servo era Malco. Mas Jesus disse a Pedro: Mete a espada na bainha; não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?”
(João 18.10-11)

Todos nós temos problemas na vida, quer seja em maior ou menor escala, e isso não é novidade para ninguém. Mas o ponto focal, que difere a situação em cada caso, está na maneira como tentamos administrar as questões e, principalmente, que instrumento é utilizado por cada um na busca de soluções.

O texto de hoje descreve uma situação bíblica bastante delicada: Jesus está prestes a ser preso injustamente, como um malfeitor, na frente dos seus discípulos; Pedro toma a iniciativa da sua defesa, empunha uma espada e fere o servo do sumo sacerdote. É muito comum que as pessoas ajam exatamente assim também nos dias de hoje, e podemos tirar algumas lições dessa passagem.

Primeiro, percebendo que existem aqueles que agem sem pensar nas consequências. Pedro, desconsiderando tudo o que poderia acontecer depois, decepa a orelha de um mensageiro comissionado, e com toda autoridade, para efetuar a prisão de Jesus. A própria citação do seu nome – Malco – sugere que ele era uma pessoa importante, o que agravava ainda mais a situação.

As intenções de Pedro em defender Jesus eram nobres, mas ele agiu por conta própria, sem consultar o Senhor. Assim, vemos que não basta ter boas intenções, é preciso fazer as coisas de modo sensato e corretamente. Agir no calor das emoções geralmente não traz bons resultados.

Segundo, entendendo que, para alguém que age assim, só resta a misericórdia de Deus. Da passagem vemos que, rapidamente, Jesus concerta a besteira que Pedro fez: ele toma a orelha do servo, a recoloca no lugar, e o milagre acontece. Se você hoje está sofrendo por conta de algum ato impensado, peça ao Senhor que conserte o que foi feito de errado. Só Deus pode reparar todos os nossos erros. Pedir perdão é um bom recomeço, e Jesus restaura os corações quebrantados.

Por fim, aceitando a repreensão do Senhor: recolha suas armas à insignificância humana, e é assim que deve ser. O mundo sempre guerreou em busca de vitória usando espadas, lanças, fuzis, metralhadoras e até a bomba atômica. Mas a verdadeira vitória só virá por intermédio daquele que deu a sua vida por nós na cruz.

A conquista mais significativa não vem da superioridade, mas do sacrifício; não é decorrente da morte, mas de possibilitar a vida, e vida em abundância. Muitas vezes perdemos nossas batalhas por estarmos usando as armas erradas. Assim, se houver algo a conquistar, que demanda uma luta pessoal, é bem melhor fazer a opção por LUTAR COM A ARMA DA VITÓRIA.


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

PRECISAMOS DA AJUDA DE DEUS

Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?  O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra.
(Salmos 121.1-2)

O homem moderno tem alimentado a ilusão da autossuficiência. Esse mito nos leva a pensar que podemos ser os senhores do nosso próprio destino. No entanto, um simples vírus de gripe pode nos derrubar. O caminho para não cair em tais ilusões está num simples entendimento: PRECISAMOS DE AJUDA SUPERIOR! Ou seja, devemos admitir a necessidade de pedir a alguém algo que está além de nós mesmos, como afirma o salmista, desconstruindo esse mito do mundo moderno.

Levantando os olhos e contemplando a transcendência de Deus, percebemos que existe muito mais do que a pequena terra onde habitamos. Há alguém, em algum lugar, que trouxe a existência tudo o que nos rodeia. Nós somos apenas uma ínfima parte desse complexo sistema. Partindo desse pressuposto, saímos da esfera limitada dos recursos humanos para entrar em outra esfera, absolutamente ilimitada.

Assim crendo, passamos a depender de alguém muito maior do que nós mesmos. Passamos, então, a reconhecer nossa impotência, e responder ao questionamento sobre onde podemos encontrar ajuda superior. Os conceitos de “ajuda” e “Deus” passam a fazer parte do nosso ideário. Quem antes pensava ser autossuficiente, reconhece agora que não é capaz de dar conta da maior parte dos seus mais simples problemas na vida.

Essa nova abordagem pessoal representa uma mudança radical no estilo vida. Sabemos, então, que toda a ajuda que necessitamos está no Senhor. Como tem sido difícil ao homem moderno entender e submeter-se a essa realidade! O avanço da tecnologia gera a ilusão de que somos autossuficientes. Parece que tudo o que precisamos pode ser encontrado nas prateleiras dos supermercados.

Achamos, por exemplo, que a medicina tem a solução para todo o tipo de doenças, ou que o dinheiro vai suprir tudo o que necessitamos. Essa citação do livro dos Salmos, portanto, sendo bem entendida e incorporada ao nosso dia a dia, é uma verdadeira libertação dos paradigmas modernos equivocados, levando cada um de nós ao reconhecimento sincero de que realmente PRECISAMOS DA AJUDA DE DEUS!

Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

UMA VIDA MELHOR

“Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam calmos e pacíficos e tratem todos com educação.”
 (Tito 3.2 NTLH)

A experiência do cotidiano nos mostra como é desagradável lidar com pessoas mal educadas. Ao contrário, quando estamos em contato com pessoas cordiais nos sentimos muito melhor, e o resultado psicológico no convívio é imediato. Todos nós, em maior ou menor grau, temos consciência disso, mas infelizmente alguns não observam as melhores condutas no contato diário e, assim, todos perdem. Nossa vida poderia ser muito mais agradável se tivéssemos sempre em mente a recomendação do versículo bíblico em destaque. Ao tratar da relação com o próximo, o apóstolo Paulo nos aponta três regras básicas para manter boas relações interpessoais.

Primeiro: não fale mal dos outros. Muito dos aborrecimentos enfrentados têm relação com as palavras “mal ditas”: a língua desenfreada produz estragos irremediáveis. Portanto, é preciso aprender a se comunicar de forma correta. O verdadeiro crente deve abster-se de fomentar fofocas e outras formas de crítica, que invariavelmente podem ferir as pessoas.

Segundo: pare de querer ser superior. Agredir o próximo, seja com palavras ou fisicamente, é algo extremamente abominável. Atitude como essa não é apropriada para um servo de Deus. Essa exortação é especialmente relevante para líderes, mas se extende também a todas as pessoas que querem ter comunhão com o próximo. O cristão que quiser ser “o valentão” dará um péssimo testemunho do Evangelho de Cristo.

Terceiro: seja sempre educado. Quando falamos de educação não nos refirimos necessariamente a estudos, mas a uma forma amável de relacionamento com os outros. Devemos ser conhecidos pela nossa conversa criteriosa e responsável, porém sempre cordial. Um discípulo de Jesus deve ser exemplo de justiça, bondade, humildade e mansidão.

A prática dessas virtudes melhora a qualidade de vida de todos e, principalmente, revela a transformação realizada por Cristo em nossas vidas. Alguém pode até rejeitar a pregação da Palavra, mas é impossível negar a transformação de caráter que Deus faz na vida daqueles que seguem as suas ordenanças. Que a cada dia possamos ser mais amáveis com as outras pessoas, contribuindo para UMA VIDA MELHOR em nossas famílias, na Igreja e em sociedade.

Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

sexta-feira, 12 de julho de 2013

MENTES CONFUSAS COM VISÕES INVERTIDAS

“Este, recobrando a vista, respondeu: Vejo os homens, porque como árvores os vejo, andando.”
(Marcos 8.24)

Algumas pessoas não conseguem ver as coisas como elas de fato são.  Os meios de comunicação e a mídia induzem a pensarem que, por exemplo, estão acima do peso normal, pois é assim que elas se imaginam. Esse grupo se recusa a comer porque todos se sentem gordos. Já outros, mesmo nascidos com sexo definido anatomicamente, se sentem como se fossem do sexo oposto. Nesse caso, muitos têm optado até pela mudança de sexo por intervenção cirúrgica. Mas o que tudo isso tem a ver com o personagem subentendido do texto bíblico? Pessoas desorientadas não enxergam as coisas como de fato são, e as suas mentes desfiguram a realidade. Como o problema daquele que era cego foi então resolvido? Algumas pessoas o levaram até Jesus!

Diferentemente de outros cegos da história bíblica, esse não expressava fé suficiente para ir até Jesus por si mesmo. O que vemos então é o esforço conjunto de pessoas que lutam pela solução do seu mal. Eles suplicam para que Jesus o toque (v.22). A oração é atendida e Jesus o toma pela mão e o leva para fora da Aldeia (v. 23). Algumas lições podem ser tiradas desse relato.

Nem sempre as pessoas buscam ajuda para as suas mazelas, mesmo sabendo da existência de cura! Este homem, envolto em trevas, já havia se acomodado à sua condição. Pessoas como essa precisam de ajuda. Foi pela disposição de um grupo de outras pessoas, que o amavam, que O seu problema foi resolvido. Nosso desafio é levar pessoas até Jesus. Ele fará o que precisa ser feito.

Quando Jesus cura, ele o faz completamente, nunca deixando nada pela metade. Primeiramente Jesus tomou o cego pela mão e o levou para fora da aldeia. Passou então saliva nos seus olhos e pôs as mãos por cima: "Pode ver alguma coisa agora?" perguntou-lhe Jesus. O homem olhou em volta e disse: "Sim!", disse ele, "Vejo homens! Mas não posso vê-los claramente; eles parecem troncos de árvores andando de um lado para o outro!" Então Jesus colocou novamente as mãos em cima dos olhos do homem e, quando ele olhou bem, a sua vista estava completamente recuperada. Agora ele via tudo claramente (v. 25).

Aprendemos, assim, que algumas curas são graduais, e devemos ter paciência até que sejam completadas. No primeiro momento o homem passou a ver. Já era um grande passo, mas ainda faltava muito. No segundo momento vemos a cura definitiva. Agora ele via as coisas como elas realmente eram. Quantas pessoas hoje sofrem desse mal! Não podemos ignorá-las. Devemos fazer todo esforço necessário para que cheguem a Cristo e possam ser curadas. Só o toque de Jesus poderá curar a cegueira espiritual; só o Senhor pode curar MENTES CONFUSAS COM VISÕES INVERTIDAS.


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO