sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

VALE DA SOMBRA DA MORTE

“Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam.”
(Salmos 23.4)

Vivemos hoje uma sensação de insegurança geral, provocada por assaltos, assassinatos e ainda agora manifestações descontroladas de baderneiros, onde o quebra-quebra com violência desferida contra os espaços públicos e privados vem tomando conta da população. Há em nossos corações a nítida impressão de que não existe mais um lugar seguro para ficar.

Andar pelo “vale da sombra da morte” já não é mais uma realidade distante, mas pode significar a simples experiência de estar na rua, num banco, num shopping ou em qualquer outro lugar do dia-a-dia. Os espaços que antes eram considerados seguros tornaram-se vulneráveis no contexto da conturbação social em que vivemos.

Mas, afinal, o que poderia nos dar segurança psicológica diante dessa realidade, onde a possibilidade do perigo é real, como expressado pelo salmista em “Ainda que eu ande (...)”? Ou seja, aonde buscar segurança, ainda que tenhamos que passar por tais situações hoje, quando podemos ter a falsa sensação de que coisas ruins só acontecem com os outros? Essa resposta é obvia para o cristão: só em Deus temos total segurança!

A segurança em que o salmista descansa não está amparada na possibilidade de que as coisas venham a melhorar, e muito menos na ideia de que podemos viver sem complicações ou dificuldades que nos alcancem. A sua segurança está na certeza inabalável de que o Senhor é o seu Grande Pastor, e assim cuidará dele em toda e qualquer situação.

Essa Palavra soa como um consolo para o crente, em sua experiência com o cuidado do Grande Pastor, o Redentor e Preservador de todas as coisas. Não fomos deixados à própria sorte no imenso universo em que vivemos. Deus sempre cuida sempre dos seus. Aleluia!

O mundo caído nunca poderá nos dar os “pastos verdejantes" nem "as águas de descanso" (v.2) de que a nossa alma carece. Com pastos quase secos e águas que não saciam a sede, esse mundo segue o seu caminho de violência. Para alcançar a paz, é necessário seguir o Supremo Pastor, pois só ele nos conduz nessa condição. Os que assim fazem estarão seguros, mesmo quando tiverem que passar por algum VALE DA SOMBRA DA MORTE.


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

NÃO FOSSE O SENHOR DEUS...

“Se não fora o auxílio do Senhor, já a minha alma estaria na região do silêncio.”
(Salmos 94.17)

Após mais um ano de muitas lutas e tantas vitórias, é possível fazer um balanço de tudo o que se passou. Ao mesmo tempo em que idealizamos os nossos projetos para o ano que se aproxima, devemos refletir sobre o papel que atribuímos a Deus em nossas vidas no ano que se encerra. Se esse balanço for feito a partir de uma reflexão sincera, tal como o salmista no texto em evidência, vamos certamente concluir que, não fosse o auxílio do Senhor, tudo teria sido muito diferente.

Não fosse o Senhor, como enfrentar as enfermidades persistentes, sem saber quando virá uma cura definitiva? Nessas horas de incertezas, o auxílio de Deus nos mantém firme na posição, em decorrência da confiança absoluta nas suas promessas de vitória.

Não fosse o Senhor, em seu auxílio constante na preparação de cada mensagem pastoral, cada planejamento de eventos e cada reunião de coordenação, como ter uma Igreja cada vez mais vibrante, acolhedora e parecida com Jesus? Reconhecemos claramente a sua mão, agindo poderosamente, em auxílio providencial a cada gesto em todas as ações que empreendemos no ano que termina.

Não fosse o Senhor, nos momentos de saudades da família, que mora tão distante, como manter o espírito alegre, em comunhão fraternal, longe da presença dos entes queridos? Em tudo isso, a mão invisível de Deus foi suficiente e poderosa, mantendo o nosso foco firme todo o tempo no cumprimento da nossa missão.

Enfim, temos que ser sinceros em reconhecer o auxílio de Deus em nossa vida, suprindo tudo aquilo do que precisamos no ano que se passou. Temos a certeza de que, NÃO FOSSE O SENHOR DEUS, a nossa história teria sido muito diferente.

Desejamos a todos um Ano Novo pleno da presença abençoadora do Senhor, a fim de que possamos seguir adiante na sua obra em 2014. Amém!


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

NINGUÉM ESCAPA AO SEU ALCANCE

"Havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite. E um anjo do Senhor desceu aonde eles estavam, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles; e ficaram tomados de grande temor. O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.”
(Lucas 2.8-11)

Inadvertidamente, detendo-se naquilo que lhe é secundário, às vezes é comum não dar a importância devida à mensagem principal de um texto. Alguns intérpretes, por exemplo, prendem-se ao fato do nascimento de Jesus ter ocorrido no auge do inverno, estação na qual os pastores não teriam saído à noite com seus rebanhos. No entanto, certamente esse não é o objeto principal desse texto. Ao ler com atenção o relato do nascimento do Cristo, vemos que o interesse do escritor é mostrar como a vinda de Jesus alcançaria toda a humanidade.

Realmente, o fato mais extraordinário da História afetou, desde logo, a tudo e a todos, como por exemplo: a política de César, que parecia inabalável em sua estrutura; o ministério dos anjos, que vieram a terra para prestar seu louvor; e as atividades dos homens comuns, como os pastores, que se encontravam nos campos a cuidar de seus rebanhos. Sobre a política controladora de César, vale ressaltar o pequeno relato contido no versículo inicial desse capítulo: Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se.” Mas essa também não seria a principal notícia daquele dia singular. Outros aspectos do contexto ressaltam a mensagem que seria definitivamente a mais importante.

Em lugar do trono de César, uma manjedoura surge no cenário, e nela repousa tranquilamente o verdadeiro Rei. A simplicidade daquele cenário contrasta com os cânticos de louvor e as manifestações de alegria que ressoaram nas colinas de Belém.  Longe do olhar das multidões, uma celebração celestial estava ocorrendo. Como que incapaz de conter a boa nova, um anjo brada: "Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura” (vv. 10-12).

Em vez de poderosos do reino da terra, entram em cena pastores de ovelhas. A grande notícia foi primeiramente dada a pessoas simples, e não a sacerdotes ou príncipes, ou muito menos a escribas e fariseus. O anjo proclamou: "Não temais; eis aqui vos trago boa-nova (...)” (v. 10), e eles não duvidaram! Indo a Belém, lá encontraram tudo exatamente como lhes tinha sido dito. Pela fé, receberam a rica recompensa e o especialíssimo privilégio de ver o Messias. Como muitos outros até hoje, os poderosos da época, ao contrário dos pastores, rejeitaram a vinda do Cristo Jesus. Mas isso não significa que não tenham sido (e ainda hoje sejam) afetados por seu nascimento, pois NINGUÉM ESCAPA AO SEU ALCANCE.


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

FIEL ESCUDEIRO

“Sucedeu que, um dia, disse Jônatas, filho de Saul, ao seu jovem escudeiro: Vem, passemos à guarnição dos filisteus, que está do outro lado. Porém não o fez saber a seu pai.”
(1 Samuel 14.1)

Mais um fim de ano se aproxima rapidamente, chegando aquele momento de saber com quantos podemos realmente contar nas batalhas do ano vindouro.  Na maioria das vezes, os desafios são inversamente proporcionais ao número de pessoas efetivamente comprometidas com a Igreja. Essa realidade, no entanto, não impede que a obra de Deus continue crescendo mais e mais, para honra e glória do seu Reino.

No texto de hoje não há apenas os dois personagens descritos - Jônatas e o seu escudeiro - mas também, e principalmente, o real protagonista de todo a História: o Senhor dos Exércitos! No contexto da situação descrita, um grande desafio: os filisteus. Enquanto esse povo detinha o monopólio da fabricação de espadas, os israelitas já não dispunham mais de armas para enfrentar o inimigo. Ameaçado, Israel está aparentemente encurralado, sem saída. Em meio ao impasse, Jônatas toma a iniciativa de atacar, levando consigo não apenas a espada e seu fiel escudeiro, mas também a firme convicção de que Deus lhe daria a vitória.

A identidade do herói escudeiro não é revelada, mas podemos conhecê-lo um pouco mais pelo papel que sua classe desempenhava nas batalhas. Geralmente eram jovens, inexperientes em matéria de combate, cuja principal responsabilidade era transportar as armas do guerreiro a quem estavam às ordens. A tarefa de apoio como coadjuvante nas batalhas acabava sendo, por vezes, fundamental para o sucesso nas campanhas. Essa participação, com humildade, nos ensina ao menos duas lições significativas, muito importantes para aqueles que querem alcançar vitórias ao lado do Senhor.

Primeiro: devemos entender como escudeiro todo aquele que, humildemente, está disposto a fazer qualquer coisa que lhe seja atribuído. Sua fidelidade incondicional é o que prevalece na hora da convocação. Ele atende ao chamado, mesmo que as perspectivas sejam desfavoráveis no momento.  Ele não tem nome, nem reconhecimento, nem fama... Apenas o fervoroso e incondicional desejo de servir ao seu senhor.

Aprendemos ainda que é sempre possível realizar grandes coisas na vida, quando a ação de Deus trabalha em proveito do servo fiel. Convencido de que o Senhor estava com ele, Jônatas entrou no acampamento dos filisteus, acompanhado apenas do seu escudeiro, e obteve uma significativa vitória. Embora possa ser difícil nos dias atuais contar com muitas pessoas, podemos ter a convicção, como Jônatas, de que haverá sempre em Cristo Jesus um FIEL ESCUDEIRO em nosso favor. Ele e somente ele nos garante a certeza da vitória nas batalhas da vida, sob toda e qualquer circunstância adversa.


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A VERDADEIRA PROSPERIDADE ESTÁ NO FRUTO DO ESPÍRITO

“Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido.”
(Salmos 1.3)

Há um forte desejo no coração dos homens em serem prósperos nas diversas áreas de suas vidas. Sonhos de ter um casamento feliz, uma carreira profissional cheia de sucesso, de alcançar o equilíbrio financeiro, de concluir os estudos, passar em concursos públicos... E nada disso é errado! No entanto, os sonhos não devem tornar-se um propósito em si mesmo, mas sim algo que exceda o mero desejo do homem. No plano de Deus, para que se alcance uma vida próspera é necessário observar algumas exigências.

Inicialmente, a prosperidade depende da água que está em nossa volta. Frutos abundantes e permanência de folhas verdes nas árvores são resultados de sua proximidade a corrente de águas. A vitalidade de uma árvore, assim, não se encerra em si mesma, mas está fora dela. Como podemos observar no texto em evidência, essa fonte de vitalidade está na corrente de águas à sua volta, e não nela mesma. O humanismo ensina que há força própria dentro das pessoas, que podem ser utilizadas em seu favor. Mas a Palavras de Deus nos ensina que a verdadeira energia que necessitamos só pode ser encontrada por intermédio de Jesus Cristo.

A verdadeira prosperidade advém do conhecimento e da permanência na Palavra de Deus, aqui descrita metaforicamente como corrente de águas. Nenhuma árvore recém-plantada dá frutos imediatamente. Este vem no devido tempo, e não no tempo que queremos. Promessas instantâneas de prosperidade devem ser repensadas à luz da Bíblia. O que temos presenciado nos dias de hoje é que muitos querem desfrutar das bênçãos da prosperidade, sem manter, no entanto, o necessário compromisso com o que diz a Palavra de Deus.

Finalmente, a prosperidade é um processo natural na vida do crente, que surge em decorrência do tempo de dedicação às coisas de Deus. Aqueles que têm o seu prazer na Lei do Senhor, e nela meditam de dia e de noite, receberão os seus benefícios. Seu principal fruto revela-se na qualidade de vida: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Fruto do Espírito, em Gálatas 5.22-23). Se alcançarmos prosperidade nesses aspectos, já é um bom começo, pois A VERDADEIRA PROSPERIDADE ESTÁ NO FRUTO DO ESPÍRITO.


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A BENÇÃO DA COMUNHÃO FRATERNAL

“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre.”
(Salmos 133)

Nossa peregrinação na terra pode ser muito mais agradável se desfrutarmos do bálsamo da união fraternal. O Salmo 133, em evidência, traduz o prazer que temos em caminhar alegremente com outras pessoas. É um tipo de benção que não temos como desfrutar sozinhos. É preciso estar na companhia de outros para vivenciar a experiência por completo.

O salmista apresenta essa união coletiva como um sacerdote a ungir a família, e todos em sua volta, com o óleo perfumado que simbolizava paz, saúde e alegria. O Monte Hermon, permanentemente coberto de neve, é uma fonte de água e orvalho abundante, representando a perenidade das bênçãos sucessivas na vida das pessoas. Vejamos, então, como o salmista apresenta essas bênçãos da união.

A união fraternal é boa e agradável. Infelizmente nem tudo que é bom é agradável, e nem tudo que é agradável é bom. Mas aqui temos essa combinação perfeita do que é bom e agradável ao mesmo tempo. Os benefícios de algo totalmente bom são evidentes. Primeiro para nós mesmos, que desfrutamos do prazer da harmonia; segundo, pelo exemplo que transmitimos para o mundo, atraindo as pessoas para perto de nós; e terceiro, pela cooperação que naturalmente surge quando estamos unidos.

A união fraternal tem um preço. O óleo utilizado na unção era especialmente preparado para esse fim, tinha alto valor, e era caro. A unidade exige esforço, dedicação e mostra, de fato, a nossa disposição em pagar um preço para servir a Deus e ao próximo, com todo o nosso coração. A comunhão não é algo que surge naturalmente, mas depende da dedicação e esforço de cada um. Pessoas podem ser difíceis no relacionamento, mas são indispensáveis para alcançarmos essa benção. Por isso a fraternidade humana tem um preço.

A união fraternal se espalha. Assim como o óleo não se detinha apenas na cabeça do sacerdote, descendo pela gola e pela sua veste, também é assim com os benefícios da comunhão. Estes se propagam por toda a sua vida, na vida da sua família e de toda a Igreja de Cristo. Esse “contágio santo” se torna atraente pelo agradável perfume que é sentido por quem chega e logo percebe A BENÇÃO DA COMUNHÃO FRATERNAL.


Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

“ACADEMIA DA GRAÇA”

Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus. E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros.”
(2 Timóteo 2.1-2)

Numa sociedade moderna onde o padrão de beleza física e de intelectualidade são os corpos “sarados” e as mentes “brilhantes”, parece não haver lugar para pessoas frágeis. Mas, na verdade, ninguém é forte o suficiente, física e intelectualmente, que não possa eventualmente se abater. O desânimo e a tristeza podem alcançar qualquer um, independente do seu biótipo.

Muitos poderiam ter dito para Timóteo, discípulo de Paulo: “Seja forte física e emocionalmente, faça exercícios, pare de ser fraco!” mas ele disse: “Fortifica-te na Graça!” Assim, pois, se por acaso você se sentir abatido emocionalmente, lembre-se da Graça de Deus! É nela que obtemos a cura, não pelo que façamos ou deixemos de fazer, mas simplesmente pelo que realmente somos diante do Senhor.

A Doutrina da Graça de Deus segue uma dinâmica baseada em dois tempos subsequentes: o receber e o transmitir a graça recebida. A constatação da graça é então observada de duas formas: no servo de Deus, que recebe e transmite a Mensagem, e na confirmação de suas testemunhas. Paulo e Timóteo ouviram a verdade da fé cristã, e o Evangelho que ouviram foi confirmado pelo testemunho de muitos!

Essa mesma Graça de Deus é real e acontece conosco ainda nos dias de hoje, podendo ser confirmada pelo nosso próprio testemunho de vida. Muitos certamente não têm o dom de pregar, mas todos podem ensinar através do seu exemplo. Não devemos nos limitar ao privilégio de receber a Graça de Deus, mas temos o dever de testemunhar essa graça em nosso proceder.

Todo cristão deve ser um elo de influência positiva entre a sua geração e as gerações que virão do seu testemunho. Timóteo foi preparado por Paulo para ser um elo importante entre a era dos apóstolos e a sua geração de homens fiéis e idôneos. Ele iria ser o responsável por transmitir a Mensagem recebida! Como transmissor da Verdade não precisava de novidades religiosas, mas apenas lealdade e compromisso com o Evangelho. Paulo esperava dele um envolvimento ativo na formação da futura geração de servo de Senhor.

Portanto, devemos guardar esse ensino para sempre em nossos corações e mentes: Deus elege pessoas que carecem da sua graça, e essa graça é a soma das bênçãos que alguém recebe, mesmo sem merecer. Isso está além dos nossos talentos, devoção ou piedade: é simplesmente graça! Cabe a nós tão somente receber e transmitir o Evangelho para as outras pessoas, afim de que também participem das mesmas bênçãos que desfrutamos. É assim como professores e mestres fazendo parte da abençoada “ACADEMIA DA GRAÇA”.

Rev. JOÃO FIGUEIREDO DE ARAÚJO